
Olho pela vidraça e sinto toda a ameaça, a vida sobressaltada ao se passar por uma simples praça, de minha cidade, outrora plena de graça. Fecho os olhos e minha imaginação me rechaça, para fora da linha de caça, deixando para trás qualquer arruaça, ou latente desgraça que teima sair da minha mordaça, criada por esperança e costume, alimentados por intrincada e institucionalizada trapaça. Haja cachaça, muita bagaça, para se deixar levar por uma prazerosa maria-fumaça e não se deixar atrair pela idéia de empunhar uma maça.
Um comentário:
se a ideia atrai vale a pena...beijos feliz em te ler!
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