
Viagem Sem Pontuação e Sem Vírgulas
Singrado está o corpo meu por tuas velas
Navega tua embarcação em minhas águas
Intrépida me cruza uma caravela e me deixa ondulosa de sal e de espuma
Passeia tranqüila a tua nau enquanto a madeira escura acaricia
O verde mar que se abre a ti
Tuas brancas lonas e velas aderem ao soprar dos ventos
E o macio deslizar confirma o amor
O amor sentido como um batismo
No bordejo das águas que riscas com tua dança
Mas tu não adivinhas o tempo a sorte te espera nestes mares
Nos mares que mechas são nas mechas que são sereias
Verde azuladas são em caracóis
As águas minhas balançantes
Minhas águas te querem neste bordado
Os verdes meus e os meus azuis escumas fazem em teu marrom
O verde meu o meu azul a formar rendilhas estão
Em tua proa no bico da tua embarcação
E eu
Surpresas te faço nos mares meus e te deixo sal no rosto e sobre o peito
A tarde morna o sol sonolento a leve aragem o continente
Um comentário:
Uau...bravo!!!!!!!!!!!!
beijos Cris Chevriet
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