
Sexta-Feira 13
Duas horas da manhã. Chovia muito.
A viajem de volta ao Brasil havia sido exaustiva e demorada.
Ela havia passado quinze dias na Europa. Acabara de chegar do aeroporto.
Enquanto fechava a porta de sua casa, Jonas , o choffeur , levava a bagagem até a sala de estar. O som das rodinhas das malas, percorrendo o chão de mármore branco, interrompia o silêncio.
Estranho aquele silêncio.
“Será que todos se cansaram de me esperar e foram dormir?” , pensava ela.
Decide então, ir até o quarto de sua filha a fim de dar-lhe ao menos um beijo de boa noite e matar um pouco das saudades.
Estranha não encontrá-la. Agoniada acende a luz para certificar-se.
E avista em cima da cama vazia um reluzente envelope cor de laranja.
Aproxima-se dele e escrito à lápis , em letras de forma , lê seu nome.
Abre-o e ...

3 comentários:
Adoro Nizeth! A d o r e i !! beijos
Quem não conhece uma Nizeth? Viva Nizeth!!!
Poxa, vi somente hj e adorei. A Nizeth foi uma sacada incrível...mto bom !
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