Hoje.

Ausência, é quando se sente e quando se é.

Sou a ausência dentro de um espaço que já fui completamente presente. De corpo e alma. Um lugar meu que nunca pensei que deixaria ou que me deixaria escapar.

O tempo passa e vai mudando o espaço. Os caminhos. Talvez os destinos.
Passa e não pára de transformar.

Não há o que fazer a não ser deixar o tempo me levar, como o vento leva os caminhos do mar.

Onde sinto a ausência de me fazer presente é que não dá pra voltar, mas pode se renovar.

Onde o ausente, está no presente. E o presente, está no passado. E a que mais tudo isso possa significar.

Vivendo cada momento como me leva o vento... ou melhor, o tempo.

4 comentários:

cris braga disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Clara disse...

Lindo...

Cris disse...

poetico...prosa leve e boa como o vento...fazendo caminhos

George Sauma disse...

Essa semana os textos estão sinceros! Essa palavra que fez isso. Belo texto.