O que seria senão a menor das tentativas, ir ao longe, buscar o que não tinha mais jeito. Eu quando quero me livrar, me descompor do que parece vagamente uma semelhança ao mais desconhecido dos mundos, fico querendo... Quero não sei, vou para onde surgir e buscar não sei o que. Não me interessa se é formidável, se é ou não qualquer parêntese. Escrevo e não busco sentido. Escrevo e as palavras a cada teclada aparecem nessa tela, é estranho, tento o desapego do controle, do sentido, os impulsos ganham espaço. Vida, a não escolha. A vivência. Só estar e pronto. Acho que as palavras aparecem sozinhas, independentes de um pensamento prévio, o estar leva a construção de um possível ser, que na verdade nunca será, ele é. Sento, e de repente as letras se misturam, não entendo mais diajok, vcoi jc eoiumooij – apomtnh. Xkjij, eijlkvh sk ajko adi ahoiem. Ukom zaijl oljiioa oijl io, ao loijo coió.

6 comentários:

Cris Chevriet disse...

Diana, é dificil mas é bom,este caminho seu, ando distante dele, mas no final todos levam a Roma, uma Roma que não sei direito onde fica, mas busquemos, ou não...gosto de ler vc nas sextas, não deixe de publicar!!! beijinho.

aquela companhia disse...

então:
tenho lido o que vc escreve, e vou lhe dizer que esse texto começou a indicar um caminho, um estilo para sua escrita. Portanto, atenção: cuide bem dele.
sinto que a clarice lispector é um karma para mulheres, e frequentemente a maioria das mulheres que gostam de escrever clariceiam demais! fica uma escrita "ai de mim!" demais, é preciso exugar um pouco esses olhos, não borrar tanto o papel de lágrimas, não livrar o peso de uma palavra com autopiedades e cia.
vai nessa!

pedro

cris braga disse...

Adorei...diferente...beijos

cris braga disse...

Adorei...diferente...beijos

Anônimo disse...

legal, bem legal...
bjs,
siga escrevendo...
p....

diana herzog disse...

quem?