O trem que parte sai tarde
Não queria ficar não queria partir
Mas tinha que escolher
Ou
Não poderia fazer os dois – me dividir
Ele parte tarde porque já fui
E já fiquei
E já voltei
Vou, fico e volto
Volto, fico e vou
Sou, estou, fui
Sou, sou, sou

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Coldre, coldre... Lembro que fiquei sabendo o que era um coldre quando estava ensaiando o “Rapto das Cebolinhas”. A produção tinha que achar um para o personagem Camaleão Alface – foi uma busca!! Não conseguiam encontrar um coldre que funcionasse com o figurino. Na verdade nem sei se encontraram um. È bem possível que as armas tenham acabado ficando dentro do bolso da calça do ator. Que loucura, fiquei em cartaz com essa peça durante dois anos e não me lembro se acharam ou não o coldre!!

3 comentários:

cris braga disse...

Tinha coldre sim...bjs

saudoso disse...

Os trens, os horários...


Que bom que você é,é,é...

Obs:"Coldre". Tem que ter muita inspiração, né?!

Obs2:Bem vinda de volta!

R. Braga-Fernandes disse...

Trem das cores?
Trem pagador?
Trem pra Cordisburgo?
Da alegria?
Das onze?
Tren du la vie?
Das train?
Eita trein bão sô!!!
;-)
R.